Arquitetura de capacidades

Artigos sobre como desenhar, conectar e evoluir as capacidades de que uma organização precisa.

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  1. A capa de Dynamic Capabilities and Strategic Management sobre uma mesa de madeira, ao lado de um veleiro de papel.

    Dynamic Capabilities: por que somar skills não cria capacidade organizacional

    PRYSMAP

    David Teece situa a capacidade estratégica na maneira de integrar, construir e reorganizar recursos. Sua perspectiva explica por que um inventário de skills traz informações sobre as pessoas, mas não demonstra adaptação organizacional. O ponto decisivo surge quando o ambiente exige uma mudança.

  2. Seis módulos quadrados estão conectados por linhas azuis a um mecanismo comum posicionado à direita.

    O organograma não é um mapa do trabalho

    PRYSMAP

    O organograma parece explicar como a organização funciona porque ordena sua autoridade formal. O trabalho efetivo também depende de decisões, trocas e relações que atravessam essas linhas.

  3. A capa de The Skills-Powered Organization sobre uma mesa de madeira, ao lado de blocos de madeira conectados.

    The Skills-Powered Organization e a mudança para capacidades

    PRYSMAP

    The Skills-Powered Organization propõe que as skills deixem de ser um dado auxiliar de Recursos Humanos e se tornem a unidade com que a empresa desenha o trabalho, aloca talentos e se reinventa. Sua contribuição mais importante também define sua maior exigência: a mudança afeta o sistema operacional da organização.

  4. Mecanismo de madeira com trilhos curvos, peças metálicas e uma haste azul sobre fundo branco.

    Como escolher o primeiro track para um piloto de skills

    PRYSMAP

    O primeiro track de um piloto de skills deve permitir aprender sem sacrificar a relevância. Escolhê-lo exige separar as condições indispensáveis dos critérios que ajudam a comparar candidatos viáveis.